íntimos, de que não aguenta mais a empresa onde trabalha. A atividade já não te gera tanto desafio como
antigamente, já não há interesse nos treinamentos de aperfeiçoamento e o
ambiente parece meio pesado? Acha que está estressante, mesmo! … Você insiste,
talvez, devesse fazer outra coisa, procurar outro trabalho, quem sabe abrir o
próprio negócio e aprender a cuidar de um empreendimento?
Igualmente em casa as coisas também não estão nada bom. Fica
desconfortável, ninguém respeita seus gostos e suas opiniões não são levadas a sério.
muito a respeito e no outro dia, você acorda, com vontade louca de
dar basta em toda aquela situação! Sim, é hoje!
candidatar a algumas vagas em algum site de emprego e também vou chamar a
galera, lá do meu pedaço para um bate-papo. Sim, é isso mesmo!
Contudo, antes mesmo que possa tomar alguma ação a respeito, surge uma vozinha lá dentro da cabeça que começa a dizer coisas pra você: “Acho que não vou mexer nisso,
por enquanto”, “vou ter mais trabalho, não sei se seria um bom
momento”, “já tô aqui há tanto tempo, que não sei se me adaptaria em outro
lugar “, “depois, um dia desses, quando tiver um tempo, vou colocar pra fora o
que eu estou sentindo”, “pensando bem,
tem coisa que e melhor a gente não mexer, porque pode ficar pior “, ”
talvez, outro dia, possa ter alguma ideia melhorar”.
Por que que eu estou te contando tudo isso? Porque eu já vivi experiências parecidas. Sinceramente, luto constantemente com algumas delas e por isso eu sei que não é nada bom. ;(
mas sem perceber, vamos nos acomodando com
a situação. Parece mais aconchegado ficar onde se está. É mais seguro
aqui. Hum. Eu diria, que é até tolerável.
para depois”, “mais tarde eu faço”, “amanhã”, “um dia, talvez”.
pedra!
demoradas ou colocadas de lado. Nossos objetivos não acontecem, nossos relacionamentos não melhoram e nossos sonhos não são alcançados.
E por que isso acontece, de ficarmos na zona de conforto e
procrastinar? Ou procrastinar e continuar na zona de conforto?
Segundo estudos feitos pela área da psicologia, existem inúmeras maneiras de explicar os
dois comportamentos. Uma delas seria em parte pelo medo de
enfrentamento. Medos diversos. Medos de ouvir um “não”, que
seria lidar com a rejeição.
Também, temos um grande temor de constatar que não
sabemos como fazer e o que fazer para provocar mudanças em nossas vidas. Temos
dificuldades de lidar com a insegurança, que também é um medo disfarçado. (será
que eu posso? Será que eu devo? Será que eu consigo?)
Dessa forma, também vamos criando hábitos, que começam a fazer parte do nosso dia a dia, mantendo-nos na zona de conforto.

O hábito é um outro aspecto que apoia as atitudes da zona de conforto e é entendido pela ciência como um mecanismo de recompensas
imediatas do nosso cérebro.
No artigo “20 livros maravilhosos! Você podepotencializar o seu 2018“
criados!
Para sair da zona de conforto e deixar de procrastinar, é necessário mudarmos nossos hábitos e isso dá muito trabalho e exige tempo, esforço, dedicação e determinação.
Se você se identificou com alguma das experiências e/ou atitudes exploradas neste texto, pode ser que
você esteja em uma zona de conforto. Mas agora você já sabe que é possível mudar este cenário, comece a se auto-observar, se você não está abusando do “depois eu faço” para muitas
coisas. Veja o que faz sentido pra você e comece a fazer o seu desenvolvimento pessoal.
abraço e muita luz!




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